PROCESSOS

Como Reformar Sem Fechar as Portas

Por Danielle BelliniLeitura: 5 min

Escola e clínica não podem simplesmente fechar para obra. O caminho é a execução por etapas, seguindo a ordem de impacto — não a ordem de conveniência da obra:

  1. Diagnóstico sensorial e de fluxo do prédio como está hoje
  2. Recepção e sala de espera primeiro, isoladas do restante da operação
  3. Corredores e zonas de transição, com obra segmentada por ala
  4. Salas de aula e consultórios por último, já dentro do conceito arquitetônico definido na etapa 1

Essa ordem também é mais barata: intervenções pontuais de reforma custam menos que retrabalho de reforma feita sem projeto conceitual prévio.

Conclusão

Reforma de escola e reforma de clínica pediátrica não começam na sala de aula nem no consultório. Começam no ambiente por onde passam 100% das pessoas — e é justamente esse o ambiente mais adiado nos cronogramas de obra. Arquitetura sensorial bem aplicada na recepção não é estética: é a primeira variável de decisão de matrícula e de adesão ao tratamento.


*Projeto de arquitetura escolar e arquitetura para clínicas pediátricas, do conceito à obra, com execução por etapas para a instituição continuar operando durante a reforma. Fale com Arquiteta Danielle Bellini para diagnóstico sensorial e de fluxo do seu espaço.*

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